segunda-feira, 11 de março de 2013

Museu de Arte Sacra (I): O local

Estamos aproveitando a reforma do Ateliê para, também, nos reformar. Afinal, todos nós precisamos nos reciclar de vez em quando, mudar o foco, mudar o ponto de vista, olhar e sentir diferente. Escolhemos um local bem especial para essa reforma pessoal (e artística): o Museu de Arte Sacra de São Paulo



 

Anjos - séc. XVIII - madeira policromada e dourada - Alemanha

A visita aconteceu em um sábado de sol da capital paulista - aos sábados, a entrada para o Museu é gratuita, não tem desculpa, hein? E foram muitos suspiros, muitos olhares admirados e muitas fotos. Por isso, vamos dividir o relato em 4 (grandes) posts, começando agora. Vamos falar um pouco do local - já desculpando pela qualidade de algumas fotos, não é permitido flash por lá.

Mesa de Altar - séc. XVIII - madeira policromada - SP

Baldaquino - séc. XVIII - madeira policromada - MG

 
Armário de Canto de Sacristia - séc. XVIII - madeira policromada - MG

Detalhe Armário de Canto de Sacristia


Mesa de Altar e Fragmento de Altar - final do séc. XVIII - madeira policromada dourada - MG


O Museu de Arte Sacra é mantido pela Secretaria do Estado da Cultura, sendo um dos mais importantes do gênero em todo o país. Ali, estão reunidas peças produzidas entre os séculos 16 e 20, todas de valor inestimável e totalmente originais (sem recuperações). A primeira coleção foi organizada por Dom Duarte Leopoldo e Silva, primeiro arquebispo de São Paulo, no início do século 20. 

Sala do Cofre

Detalhe - Sala do Cofre

Teto pintado - Sala do Cofre
Sala do Cofre - acervo de ostensórios, cálices, castiçais e resplendores
 

Fundos da Capela de Frei Galvão

Fundos da Capela de Frei Galvão

Fundos da Capela de Frei Galvão

Acesso - Fundos da Capela de Frei Galvão

Aqui no Ateliê, somos, declaradamente, fãs da arte sacra por sua beleza (veja nossa coleção aqui), mas uma visita dessas nos dá a exata ideia da importância desse estilo na história. Ele exerceu um papel fundamental no processo de colonização da América, no século 16. Pintores, carpinteiros e joalheiros acompanharam esse avanço territorial e erguiam capelas e igrejas ao redor de ruas onde brotavam as cidades.



Relicários - séc. XVIII - cobre prateado - SP

A visita permite contato com obras valiosas do Brasil e do mundo. O acervo inclui mais de 18 mil peças, criadas por anônimos e artistas consagrados, como Aleijadinho.



Cristo Morto - séc. XVIII - madeira policromada - SP

No próximo post dessa série, vamos mostrar algumas peças. Ansiosos?

Beijos!

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